quarta-feira, março 09, 2005

Che-Bar (III)

O Chelsea é hoje uma equipa temível. Não pelo futebol que apresenta, mas pela eficácia anormal que demonstra. Já o tínhamos visto na premiership, ontem vimo-lo contra o Barça. Diz um amigo meu que o Mourinho tem um pacto com o demónio, justificando assim a fortuna que os blues têm em certos momentos chave. Não sei se será tanto assim, mas que o técnico português mostra uma quase irritante faceta de "nascido para ganhar", isso mostra. Faz hoje precisamente um ano, estava em Manchester a assistir ao United-FC Porto. Ao meu lado, um sportinguista, fascinado pela carreira avassaladora do vencedor da Taça UEFA, final que ele também presenciou ao meu lado em Sevilha. No ambiente louco de Old Trafford jogava-se o minuto 89. Livre à entrada da área. O FC Porto a perder a eliminatória. Viro-me para o meu amigo e digo: vai ser golo. Ele ri-se e diz que não, embora no fundo sei que o quisesse também. Foi mesmo golo. Porque era o minuto perfeito para o ser. Porque a estrela de Mourinho estava presente mais uma vez. Porque assim o United não tinha hipótese de reagir. E foi eliminado. Mourinho vale por muito, mas também por isto. Ontem, o Costinha chamou-se Terry.

2 Comentários:

Anonymous Anónimo diz...

mete o facciosismo nas nalgas tripeiro nojento...

3:20 da tarde  
Anonymous Omar Tello diz...

Valeu também que o 2º golo do ManUtd fosse (mal) anulado... Um erro que valeu a Taça.

1:35 da manhã  

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