quarta-feira, março 23, 2005

A democratização dos raptos-de-mamães

O infortúnio de Fabiano, primeiro, e o de Rogério, depois, vêm revelar que já não é preciso ser um craque daqueles para se ser um alvo apetecido deste cobarde expediente brasileiro. Os requisitos agora parecem ser (para além de ter a mãe a morar no Brasil): ter um bom contrato, como aqueles que já se vão oferecendo em Portugal, e não jogar a ponta de um corno. Paulo Almeida já deve estar a sofrer por antecipação.

3 Comentários:

Anonymous Anónimo diz...

eilá! não jogar um corno? Fabiano tudo bem que não tem jogado nada, mas o Rogério tem feito bons jogos!

8:13 da tarde  
Anonymous Anónimo diz...

Se não é preciso ser crque então o luisão / geovanni e afins que se ponham também a pau

10:24 da manhã  
Blogger boloposte diz...

Pronto, está bem, reconheço que me enganei: lento como é, Paulo Almeida nunca poderia antecipar-se no que quer que fosse.

3:55 da tarde  

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