terça-feira, abril 19, 2005

Mourinho e Ratzinger

24 horas depois de ter estreado o seu programa na SIC, José Mourinho decide desistir da aventura televisiva. Ainda não havia contrato assinado mas há quem diga que Mourinho julgava ser o eleito do Colégio Cardinalício, por isso abdicou da colaboração com o canal de Carnaxide. Ratzinger, o tal que lutou na II Guerra Mundial e que é detestado no seu próprio país, lixou-lhe as contas e ele ficou de mãos a abanar. Coitadinho do nosso Jose.

4 Comentários:

Blogger Caneladas diz...

Sai uma cura de desintoxicação para o Ravelis, urgentemente!!!

1:48 da manhã  
Blogger boloposte diz...

Cura de desintoxicação, pároco de desintoxicação, cónego de desintoxicação, prelado de desintoxicação, bispo, arcebispo, cardeal e papa de desintoxicação! Venha o clero todo, que o homem precisa!

1:56 da manhã  
Anonymous Isaias diz...

Engraçado como esta notícia está a ser tratada pelos orgãos oficiais dos empresários de futebol (também conhecidos por imprensa desportiva).
Reproduzindo um comunicado da Gestifute pode ler-se que Mourinho tem "pouca disponibilidade para participar na elaboração do programa ... e houve utilização abusiva de declarações suas adulteradas e descontextualizadas por órgãos de informação de todo o mundo."
Ora, os jornais ingleses estão a dizer outra coisa. A Direcção do Chelsea estava convencida que Mourinho iria participar num talk-show generalista sem criar quaisquer ondas. Não gostaram de ouvir Mourinho usar a palavra "ridicula" para se referir à Uefa e mandaram-no terminar a sua colaboração de imediato ao abrigo do regulamento interno do clube.
O braço de ferro de há 2 semanas, de que resultou a melhoria do contrato do Mourinho, tem destas coisas. A Direcção quis dizer que, a partir de agora, Mourinho alinha com os interesses do clube. E não há nada que Abramovitch queira mais (mais até que a Liga dos Campeões) do que a respeitabilidade.
Respeitabilidade comprada a dinheiro, tal está! Exactamente na mesma moeda usada por Mourinho.

2:31 da manhã  
Anonymous Anónimo diz...

Quanto à parte do "detestado no seu próprio país", cheira-me a azia de quem viu o lobby benfiquista vencer o conclave :)

10:42 da manhã  

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