sexta-feira, junho 24, 2005


Dupla injustiça é o sentimento que me invade depois do resultado do jogo sete da melhor final da NBA dos últimos anos. Injustiça porque considero que Detroit merecia ter vencido, injustiça porque Tim Duncan foi o MVP da final quando era Manu Ginobili, o argentino papa-títulos, o merecedor de tal distinção - não quero acreditar que a nacionalidade foi preponderante na atribuição do galardão. Tim Duncan fez, realmente, um jogo acima da média no jogo sete mas quem se esquece como ele tremeu no quinto encontro, depois de ter falhado sete lances livres em oito e uma tapinha no último segundo que valeu um prolongamento aos Pistons. Valeu o agora hexacampeão Robert Horry com um triplo impossível. Horry, para quem não sabe, ultrapassou Michael Jordan em número de triplos em jogos da final da NBA. Uma palavra para os Pistons, uma equipa na verdadeira acepção da palavra. Sem estrelas, sem grandes desequilibradores, mas uma EQUIPA com letras maiúsculas. Para o ano há mais!

3 Comentários:

Anonymous Anónimo diz...

NÃO ACHO QUE OS SA DEVIAM TER PERDIDO...FOI MUITO EQUILIBRADO MAS SA FOI MAIS FORTE.

CLARO QUE O FACTOR DE DESMPATE ENTRE MANU E DUNCAN FOI A NACIONALIDADE...ISSO FOI ÓBVIO...

5:08 da tarde  
Blogger Pitons D´Alumínio diz...

Ravelis,

Desculpa lá mas concordo em relação ao argentino (fez-me voltar a ver basket), mas nao concordo que os Spurs não sejam justos campeões, são melhor equipa, mais compacta e parece-me que têm melhores jogadores.

Foi sobretudo a melhor final que me lembre desde há uns bons anos.
Concordo no entanto que o titulo ficaria bem entregue a qualquer um deles.

5:40 da tarde  
Blogger riddle diz...

Concordo inteiramente contigo Ravelis. Os Pistons foram sempre muito mais equipa. O 7.º jogo não foi muito espectacular, mas valeu pelas entradas para o cesto do Ginobili.
Os Pistons podem queixar-se dos árbitros também.

8:36 da tarde  

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