segunda-feira, junho 26, 2006

Portugal-Holanda

Este post era para ter sido escrito na viagem de comboio de regresso a casa depois do jogo de ontem, mas o cansaço aconselhou-me a uma soneca de duas horas, entre Nuremberga e Frankfurt. Fui tentando fechar o olho, mas o pendular cá do sítio vinha com portugueses aos gritos na carruagem da frente, pelo que optei por finalmente acabar de ler "O Maçon de Viena", de José Braga Gonçalves - fiquei estupefacto com as coisas que Lisboa me escondeu todos estes anos à custa do imaginário (e devoção maçónica) do Marquês de Pombal. Adiante, que esta história é sobre outra coisa. Tal como tinha previsto, o jogo com os holandeses foi tremendo, intenso, digno de uma final sul-americana na sua virilidade e entrega dos jogadores. A selecção foi heróica na conquista do seu objectivo, tendo de lutar contra um árbitro mauzinho, procurando a sorte dos campeões nos momentos mais dramáticos. Uma sorte que disfarçou alguns erros portugueses, que num outro dia poderiam ter sido fatais. Mas no final todos estavam sorridentes e até deu para os jogadores matarem saudades das mulheres, numa reunião improvisada à saída dos balneários, com Deco e Jaciara a serem as grandes estrelas. Não resisti à oportunidade e pela segunda vez desde que sou jornalista pedi um autógrafo a um jogador de futebol (a outra foi a Preud'homme). O mágico do Barça assinou-me o bilhete do jogo e vou pendurá-lo na parede, juntamente com todos os outros deste mundial. Se formos campeões, ou jogarmos a final, perco a compostura e peço autógrafos para todos os ingressos. Não serei menos profissional por causa disso. Afinal, as emoções que estes jogadores nos provocam, são únicas. O choro de Ronaldo, substituído depois daquela entrada assassina (premeditada?) até arrepia. Tal como ver os nossos compatriotas, em minoria na bancada, a cantar A Portuguesa" no final do jogo, como se fossem milhões.

6 Comentários:

Anonymous Anónimo diz...

Só um palhaço de um lampião é que acredita nas tangas de cadastrados - o trolha da Moderna e o João Vale Tudo...
Coitados, os que não são analfabetos engolem toda a merda que lêem!!!

7:53 da tarde  
Blogger riddle diz...

caro anónimo, esse ressabiamento todo porquê? O "trolha" recusou a tua entrada na Moderna por só teres a 4.ª classe? Não faz mal, podes sempre plantar uma árvore...

5:24 da tarde  
Anonymous Cátia diz...

Em primeiro lugar muitos parabéns pelo vosso óptimo blog.

Depois os meus parabéns também aos IL DIVO ou FANTASTIC FOUR da rádio portuguesa,ou seja ao maravilhoso quarteto Bernardino Barros,Manuel de Oliveira,Pedro Azevedo e Pedro Sousa que muito bem liderados por Ribeiro Cristovão efectuaram um fantástico trabalho no passado domingo na RR.

E por fim seria realmente maravilhoso que Portugal fosse campeão do mundo.

Força Portugal!!!

12:09 da manhã  
Anonymous Anónimo diz...

Ó palhacito lampião, "4ª classe" é a habilitação literária média dos adeptos da "instituição"... e a meia dúzia que alega ser licenciada, obviamente tirou os cursos em "pseudo-universidades" como a Moderna...
Para que é que querias que eu fosse plantar uma árvore? Para tu e os outros cães rafeiros a mijarem, não?

1:24 da tarde  
Blogger riddle diz...

Caro amigo, não percebeste a deixa da árvore, mas eu já calculava isso. Eu explico-te.
Como tenho a certeza que jamais publicarás um livro, e que essa frustração toda em relação à "instituição" e outras coisas como a Moderna pode causar-te problemas com o sexo oposto, a única forma imediata de te realizares como homem... é plantando uma árvore. Simples hein?

7:04 da tarde  
Anonymous Anónimo diz...

Vamos antes fazer assim - eu planto uma árvore, e depois espeto-te outra pelo cú acima.
Assim, temos os dois um momento de felicidade... Eu, porque plantei uma árvore; tu, porque tiveste um orgasmo, e nem precisaste de ir visitar os teus amigos pederastas gregos ao balneário da pocilga em frente ao Colombo...
E o melhor de tudo é que a árvore é bem verdinha... enrabar um lampião? Vou-lhe chamar "Liedson"...

8:43 da tarde  

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